O mínimo que você precisa saber para aplicar Visual Law

Tema em ascensão no meio jurídico, Visual Law desperta bastante curiosidade e também certo ceticismo por parte de advogados e outros operadores do direito. Sendo o Direito uma área que traz em si tradicionalmente características de formalidade e até certa rigidez, é esperado que certos setores torçam o nariz para alguns avanços, principalmente quando se fala em elementos visuais e estéticos. Mas Visual Law, ou Direito Visual (eu sinceramente prefiro o termo em português) é muito mais que um upgrade estético nos documentos do seu escritório.

É uma inovação estética?


Sim, estamos falando de uma
inovação estética, e portanto incremental. Ao adotar elementos visuais que melhorem a estética de seus documentos. Você transmite ao leitor uma mensagem distinta da tradicional: ele incorpora a análise dos fatos e do direito a mensagem de um profissional que faz mais que o mínimo, que se importa com a imagem de seu escritório, e também faz um esforço maior para que sua mensagem chegue ao interlocutor de forma mais clara e convincente. Um documento bonito e bem organizado transmite o compromisso que você tem com seu cliente, com seu negócio e com o interlocutor.
Um exemplo disso é a elaboração de um Manual do Cliente, documento que é entregue após o fechamento do contrato, que conta no verso com uma lista de coisas a serem enviadas e o prazo limite para a entrega.

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